
Estudantes do Colégio Nacional de Defesa da Nigéria visitam ProAzul
Estudantes do Colégio Nacional de Defesa da Nigéria, acompanhados por representantes do Instituto Superior de Estudos de Defesa de Moçambique, visitaram hoje as instalações do ProAzul, numa iniciativa que teve como objectivo conhecer de perto o trabalho desenvolvido pelo ProAzul no âmbito da promoção da Economia Azul no país
Durante a visita, os estudantes tiveram a oportunidade de conhecer o mandato do ProAzul, as suas principais áreas de actuação e alguns dos resultados alcançados através de projectos voltados para o desenvolvimento sustentável dos recursos marinhos e costeiros em Moçambique.
Na ocasião, a especialista em pescas no ProAzul, Geniesse Vieira, ministrou uma palestra sobre a Economia Azul, abordando a definição do conceito, a sua importância para o desenvolvimento sustentável e o impacto que a gestão responsável dos recursos marinhos pode ter na melhoria das condições de vida das populações, em particular das comunidades moçambicanas que dependem directamente destes recursos.
Durante a apresentação, foi também destacado o contributo da Economia Azul para o Produto Interno Bruto (PIB) do país, evidenciando o papel estratégico que sectores ligados ao mar desempenham no crescimento económico e na geração de emprego em Moçambique.
A especialista abordou ainda os chamados “Big 5 da Economia Azul”, considerados pilares para o desenvolvimento do sector, nomeadamente:Pescas,Aquacultura,Turismo costeiro e marinho, Transporte marítimo e portos, Energia e outros recursos marinhos.
Segundo explicou, estes sectores apresentam um enorme potencial para impulsionar a economia nacional quando geridos de forma sustentável e integrada.
Outro ponto destacado durante a palestra foi o potencial da Economia Azul no turismo costeiro, tendo em conta que Moçambique possui mais de 2.700 km de costa, com praias, ecossistemas marinhos e biodiversidade que representam oportunidades significativas para o desenvolvimento do turismo sustentável, com benefícios económicos para as comunidades locais.
Durante a sessão interactiva, os estudantes colocaram várias questões relacionadas com a indústria e o processamento de pescado, com destaque para a produção de espécies como a tilápia e o salmão. Em resposta, a especialista explicou que o salmão não é encontrado em Moçambique devido às características das águas do país, que são quentes, enquanto esta espécie desenvolve-se melhor em águas frias.
Relativamente à tilápia, Geniesse Vieira destacou que Moçambique possui um potencial significativo para a sua produção e que já existe produção desta espécie no país. No entanto, explicou que a cadeia de valor ainda enfrenta desafios, particularmente no que diz respeito à consolidação de uma cadeia produtiva mais estruturada e ao fortalecimento da produção em maior escala. Acrescentou ainda que, ao nível do processamento, existem algumas unidades que realizam este trabalho, embora o sector ainda tenha espaço para crescer e desenvolver-se.
Para encerrar o encontro, o Chefe de Departamento de Recursos Humanos no ProAzul, Nelo Machava, falando em representação do Presidente do Conselho de Administração (PCA), Oswaldo Petersburgo, destacou que uma das prioridades da instituição é promover iniciativas ligadas à pesca e à aquacultura, sectores considerados estratégicos para o desenvolvimento da Economia Azul em Moçambique.
Na ocasião, Machava sublinhou que o ProAzul está aberto a parcerias e a novas ideias de negócio que contribuam para o desenvolvimento da aquacultura e para o fortalecimento da cadeia de valor do pescado nacional.
A visita permitiu também um momento de partilha de experiências e reflexão sobre as oportunidades e desafios associados à gestão sustentável dos recursos aquáticos, bem como sobre o papel da cooperação internacional na promoção da Economia Azul.

Estudantes do Colégio Nacional de Defesa da Nigéria visitam ProAzul
Estudantes do Colégio Nacional de Defesa da Nigéria, acompanhados por representantes do Instituto Superior de Estudos de Defesa de Moçambique, visitaram hoje as instalações do ProAzul, numa iniciativa que teve como objectivo conhecer de perto o trabalho desenvolvido pelo ProAzul no âmbito da promoção da Economia Azul no país
Durante a visita, os estudantes tiveram a oportunidade de conhecer o mandato do ProAzul, as suas principais áreas de actuação e alguns dos resultados alcançados através de projectos voltados para o desenvolvimento sustentável dos recursos marinhos e costeiros em Moçambique.
Na ocasião, a especialista em pescas no ProAzul, Geniesse Vieira, ministrou uma palestra sobre a Economia Azul, abordando a definição do conceito, a sua importância para o desenvolvimento sustentável e o impacto que a gestão responsável dos recursos marinhos pode ter na melhoria das condições de vida das populações, em particular das comunidades moçambicanas que dependem directamente destes recursos.
Durante a apresentação, foi também destacado o contributo da Economia Azul para o Produto Interno Bruto (PIB) do país, evidenciando o papel estratégico que sectores ligados ao mar desempenham no crescimento económico e na geração de emprego em Moçambique.
A especialista abordou ainda os chamados “Big 5 da Economia Azul”, considerados pilares para o desenvolvimento do sector, nomeadamente:Pescas,Aquacultura,Turismo costeiro e marinho, Transporte marítimo e portos, Energia e outros recursos marinhos.
Segundo explicou, estes sectores apresentam um enorme potencial para impulsionar a economia nacional quando geridos de forma sustentável e integrada.
Outro ponto destacado durante a palestra foi o potencial da Economia Azul no turismo costeiro, tendo em conta que Moçambique possui mais de 2.700 km de costa, com praias, ecossistemas marinhos e biodiversidade que representam oportunidades significativas para o desenvolvimento do turismo sustentável, com benefícios económicos para as comunidades locais.
Durante a sessão interactiva, os estudantes colocaram várias questões relacionadas com a indústria e o processamento de pescado, com destaque para a produção de espécies como a tilápia e o salmão. Em resposta, a especialista explicou que o salmão não é encontrado em Moçambique devido às características das águas do país, que são quentes, enquanto esta espécie desenvolve-se melhor em águas frias.
Relativamente à tilápia, Geniesse Vieira destacou que Moçambique possui um potencial significativo para a sua produção e que já existe produção desta espécie no país. No entanto, explicou que a cadeia de valor ainda enfrenta desafios, particularmente no que diz respeito à consolidação de uma cadeia produtiva mais estruturada e ao fortalecimento da produção em maior escala. Acrescentou ainda que, ao nível do processamento, existem algumas unidades que realizam este trabalho, embora o sector ainda tenha espaço para crescer e desenvolver-se.
Para encerrar o encontro, o Chefe de Departamento de Recursos Humanos no ProAzul, Nelo Machava, falando em representação do Presidente do Conselho de Administração (PCA), Oswaldo Petersburgo, destacou que uma das prioridades da instituição é promover iniciativas ligadas à pesca e à aquacultura, sectores considerados estratégicos para o desenvolvimento da Economia Azul em Moçambique.
Na ocasião, Machava sublinhou que o ProAzul está aberto a parcerias e a novas ideias de negócio que contribuam para o desenvolvimento da aquacultura e para o fortalecimento da cadeia de valor do pescado nacional.
A visita permitiu também um momento de partilha de experiências e reflexão sobre as oportunidades e desafios associados à gestão sustentável dos recursos aquáticos, bem como sobre o papel da cooperação internacional na promoção da Economia Azul.
