Comemora-se, hoje, o dia mundial dos Oceanos

“O oceano, sustenta a vida na Terra e o ser humano tem de viver de forma a contribuir para essa sustentabilidade. Ações individuais e coletivas são necessárias para gerir de modo eficaz os recursos do oceano, para que cheguem a todos”.

Jonas Ricardo

O Dia Mundial dos Oceanos, é celebrado a 8 de junho. A data foi decretada em 2008, pela Assembleia Geral das Nações Unidas, contudo, a efeméride,  já era celebrada em inúmeros países, desde 1992, após a realização, no Brasil (Rio de Janeiro), da Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento.

Como tem sido habitual, anualmente, o Dia Mundial dos Oceanos apresenta um lema diferente. No presente ano, comemora-se este dia, sob lema “Revitalização – acção colectiva pelos oceanos”. Apesar do reconhecimento do valor em torno da escolha dos lemas, a cada vez que se comemora a efeméride, as questões que teimam em não calar são e têm sido: quanto fazemos e temos feito para traduzir o lema numa realidade? Até que ponto estes feitos têm resultado na preservação dos oceanos? É sobre estes aspectos que no dia – a – dia, devemos ter a devida atenção para, continuamente, refletirmos, acerca da importância dos oceanos.

Em meio a tantas questões, acredita-se ser importante referênciar a importância dos oceanos na vida humana, devido a inúmeros recursos disponibilizados para a sociedade. Alguns desses recursos são estratégicos e importantes para a economia de determinados países, como o caso de Moçambique, onde o oceano gera renda, proporciona alimentação, possibilita o deslocamento intercontinental dos navios levando e trazendo materiais de consumo para o nosso dia a dia, etc.

Contudo, segundo a página https://mundoeducacao.uol.com.br/ , estima-se que cerca de 14 bilhões de toneladas de poluentes atingem os oceanos anualmente, (esgotos, resíduos industriais, fertilizantes agrícolas, petróleo, plásticos, herbicidas, inseticidas, tintas, detergentes, solventes, remédios, aditivos alimentares, metais pesados…). Dos poluentes acima mencionados, o maior vilão é o plástico, dos quase 300 milhões de toneladas de plástico produzidos anualmente, cerca de 13 milhões acaba nos oceanos, prejudicando as cadeias alimentares que moldam a química do planeta e influenciam o ciclo do carbono, o ciclo do nitrogénio, o ciclo do oxigénio, o ciclo da água, ou seja, o nosso sistema de apoio à vida.

Como  ProAzul, FP, que trabalha em parceria com os diferentes sectores do Estado, sector Privado e a sociedade civil, no âmbito das iniciativas de exploração sustentável dos recursos nas águas interiores, mar e linha costeira, saudamos as intenções e acções das organizações que trabalham em prol ao desenvolvimento da economia azul, e encorajamos para que, no cerne das suas acções, sejam colocadas em primeiro lugar, iniciativas que pautem pela preservação dos oceanos.

É assim que, o ProAzul, FP, ao incentivar, acções como o caso do desafio “Redes de Pesca”, desenvolvido no âmbito do marco dos fundos de ProBlue (fundos que financiam a estratégia de economia azul), cujo objectivo era buscar soluções inovadoras para a reutilização e transformação das redes recolhidas e descartadas no oceano, acredita que pouco a pouco, movido por acções de preservação dos oceanos, contribui para a redução da poluição dos oceanos.

Estamos cientes de que há muito ainda por ser feito e, por isso, não pouparemos esforços para mobilizar cada vez mais acções que contribuam para a preservação dos oceanos e para o desenvolvimento da economia azul.

Comemora-se, hoje, o dia mundial dos Oceanos

“O oceano, sustenta a vida na Terra e o ser humano tem de viver de forma a contribuir para essa sustentabilidade. Ações individuais e coletivas são necessárias para gerir de modo eficaz os recursos do oceano, para que cheguem a todos”.

Jonas Ricardo

O Dia Mundial dos Oceanos, é celebrado a 8 de junho. A data foi decretada em 2008, pela Assembleia Geral das Nações Unidas, contudo, a efeméride,  já era celebrada em inúmeros países, desde 1992, após a realização, no Brasil (Rio de Janeiro), da Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento.

Como tem sido habitual, anualmente, o Dia Mundial dos Oceanos apresenta um lema diferente. No presente ano, comemora-se este dia, sob lema “Revitalização – acção colectiva pelos oceanos”. Apesar do reconhecimento do valor em torno da escolha dos lemas, a cada vez que se comemora a efeméride, as questões que teimam em não calar são e têm sido: quanto fazemos e temos feito para traduzir o lema numa realidade? Até que ponto estes feitos têm resultado na preservação dos oceanos? É sobre estes aspectos que no dia – a – dia, devemos ter a devida atenção para, continuamente, refletirmos, acerca da importância dos oceanos.

Em meio a tantas questões, acredita-se ser importante referênciar a importância dos oceanos na vida humana, devido a inúmeros recursos disponibilizados para a sociedade. Alguns desses recursos são estratégicos e importantes para a economia de determinados países, como o caso de Moçambique, onde o oceano gera renda, proporciona alimentação, possibilita o deslocamento intercontinental dos navios levando e trazendo materiais de consumo para o nosso dia a dia, etc.

Contudo, segundo a página https://mundoeducacao.uol.com.br/ , estima-se que cerca de 14 bilhões de toneladas de poluentes atingem os oceanos anualmente, (esgotos, resíduos industriais, fertilizantes agrícolas, petróleo, plásticos, herbicidas, inseticidas, tintas, detergentes, solventes, remédios, aditivos alimentares, metais pesados…). Dos poluentes acima mencionados, o maior vilão é o plástico, dos quase 300 milhões de toneladas de plástico produzidos anualmente, cerca de 13 milhões acaba nos oceanos, prejudicando as cadeias alimentares que moldam a química do planeta e influenciam o ciclo do carbono, o ciclo do nitrogénio, o ciclo do oxigénio, o ciclo da água, ou seja, o nosso sistema de apoio à vida.

Como  ProAzul, FP, que trabalha em parceria com os diferentes sectores do Estado, sector Privado e a sociedade civil, no âmbito das iniciativas de exploração sustentável dos recursos nas águas interiores, mar e linha costeira, saudamos as intenções e acções das organizações que trabalham em prol ao desenvolvimento da economia azul, e encorajamos para que, no cerne das suas acções, sejam colocadas em primeiro lugar, iniciativas que pautem pela preservação dos oceanos.

É assim que, o ProAzul, FP, ao incentivar, acções como o caso do desafio “Redes de Pesca”, desenvolvido no âmbito do marco dos fundos de ProBlue (fundos que financiam a estratégia de economia azul), cujo objectivo era buscar soluções inovadoras para a reutilização e transformação das redes recolhidas e descartadas no oceano, acredita que pouco a pouco, movido por acções de preservação dos oceanos, contribui para a redução da poluição dos oceanos.

Estamos cientes de que há muito ainda por ser feito e, por isso, não pouparemos esforços para mobilizar cada vez mais acções que contribuam para a preservação dos oceanos e para o desenvolvimento da economia azul.